Morre Berto Koch- Luto no colunismo social brasileiro RIP

Luto no colunismo social no Sul do Brasil.Tubarão perdeu nesta madrugada o maior colunista social da sua históra: Berto Koch, que completaria 79 anos hoje (16). O velório ocorrerá na Funerária Santa Rita e o sepultamento no Horto dos Ipês, às 16h.
Berto estava com problemas na próstata e encontrava-se internado há mais ou menos dois meses. Ele assinava há décadas colunas no Diário do Sul e Jornal da Cidade . Sentimentos à família!

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Berto, muito conhecido na cidade e na região, sempre atuou profissionalmente no colunismo social da Cidade Azul, tanto em jornais impressos, como na área de eventos, como mestre de cerimônias, entre outras atividades.
O colunista teve passagens pelos veículos Notisul, Diário do Sul e Jornal da Cidade, sempre com conteúdos ligados à área social da região. Hoje (16), Berto faria aniversário e completaria 79 anos.
O velório ocorrerá na Funerária Santa Rita, seguido de sepultamento no Cemitério Horto dos Ipês, às 16 horas.
Apacos, Febracos e todos os colunistas sociais do Brasil lamentam o desaparecimento do ícone da classe.
Berto se junta aos grandes nomes do colunismo social de SC e da Regiao SUL do Brasil que já nos deixaram: abaixo nossas homenagens (Ovadia Saadia- presidente em Exercicio Febracos- 16 de junho de 2020) 
#O colunista social Zury Machado morreu na manhã desta quinta-feira (21) em Florianópolis. Com 91 anos de idade, ele estava internado no Hospital de Caridade desde a última terça-feira (19 de agosto de 2014) após sofrer um infarto.
Zury passou por uma angioplastia ainda na terça-feira e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo informações da direção do Hospital de Caridade, ele faleceu às 7h15 desta quinta. Ele completaria 92 anos em setembro. 
Conhecido como um dos colunistas sociais mais tradicionais de Santa Catarina, teve um livro sobre sua vida foi lançado da Assembleia Legislativa de Santa Catarina em 2009, onde também trabalhou. Zury iniciou as atividades como colunista em 1946 no jornal A Gazeta, mas logo foi trabalhar no jornal O Estado, onde ficou até 2006. 
O velório de Zury Machado será realizado na Capela Menino Deus às 11h, no Hospital de Caridade. Segundo o hospital, o enterro deve ocorrer no fim da tarde no cemitério da Irmandade Senhor Jesus dos Passos, a qual Zury fazia parte.:

O jornalista Moacir Benvenutti Filho morreu na manhã desta sexta-feira (29 de abril de 2016) por volta das 11h, aos 67 anos, devido a um ataque cardíaco. Profissional reconhecido como ícone do colunismo social em Santa Catarina, Moacir já atuou no jornal Diário Catarinense de 1986 a 1995, no A Notícia de 1995 a 2008, tendo passagem pelo Notícias do Dia também de 2008 a 2009. O velório ocorre na Capela São Jorge, no Cemitério Municipal São Francisco de Assis, no bairro Itacorubi, em Florianópolis. O sepultamento está marcado para as 11h30 deste sábado.
Benvenutti estava afastado do trabalho devido a problemas renais, e morreu a caminho do hospital, onde iria fazer uma hemodiálise. O jornalista, que já havia entrado em coma em algumas ocasiões, lutava há anos contra a diabetes, doença que o levou a morte devido à complicações de saúde.
Moacir iniciou no jornalismo impresso em 1977, e foi o primeiro de Santa Catarina a ter uma coluna social estadualizada. Também atuou como presidente da Febracos (Federação Brasileira de Colunistas Sociais) de 1998 a 2001. O profissional, que atuou em 2002 como presidente-interino da ACI (Associação Catarinense de Imprensa), tinha como hobbies prediletos tocar piano e viajar, já tendo visitado países como Tailândia, Turquia e Austrália.
 
Nascido em Florianópolis no dia 10 de maio de 1948, onde morava atualmente e residiu durante a maior parte de sua vida, Moacir era reconhecido pelos amigos por ser uma pessoa bem-humorada. O colunista, que também residiu em São Paulo, Rio de Janeiro, Guarujá e Milão, já foi apresentador televisivo na hoje extinta TVBV, e atuava também como promotor de eventos, entre eles o Grande Gala Santa Catarina, jantar social que promoveu durante 17 anos.
Foi reconhecido profissionalmente por diversas condecorações, entre elas a Comenda de Mérito Nacional do Jornalismo e as medalhas de Honra ao Mérito da Marinha, do Exército e da Polícia Militar de Santa Catarina.
Moacir lutava há anos contra essa doença e era um profissional de muito respeito. Era amigo dos amigos, e mantinha as relações sociais por carinho, não somente pela profissão“.
Terezinha Daux, empresária
Moacir teve um problema com a diabetes e a doença foi se agravando, os rins já não funcionavam mais, por isso estava fazendo hemodiálise. Era uma pessoa que estava sempre rindo, muito bem-humorado, simpático, altruísta e benevolente. Profissionalmente, morreu realizado, foi o maior colunista social de Santa Catarina. Ele fez com que famílias de todas as regiões de Santa Catarina ficassem reconhecidas, graças ao seu colunismo abrangente“.
Dauth Emmendorfer, advogado
Somos primos e trabalhei com ele durante anos. Não tinha como ficar perto dele sem rir, brincava com todos e fazia todos sorrirem. Qualquer festa que estava presente, atraia muitas pessoas, devido a sua simpatia. Era uma pessoa geniosa e muito determinada, que tinha poucos medos. Também sempre foi muito proativo, engajado com causas sociais filantrópicas, e foi um grande colaborador da Rede Feminina de Combate ao Câncer“.
Marcos Reichardt Cardoso, jornalista
Ele teve liderança nacional no colunismo social, seu trabalho tinha repercussão em todo país. Além de ter colunas sociais em jornais, chegou a atuar em revistas. Promovia eventos no Estado inteiro. Era um cidadão muito generoso, proativo e inovador, que tinha muito orgulho de ser catarinense e enaltecia Santa Catarina como poucos. É uma grande perda. Sem dúvida foi o mais importante colunista social de Santa Catarina nas últimas décadas. Fazia filantropia e ajudava diversas entidades em diferentes regiões do Estado. Foi uma figura excepcional, uma grande perda, e deixará uma lacuna que não será preenchida facilmente“.
Ademir Arnon, presidente da Associação Catarinense de Imprensa

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Morreu na madrugada desta sexta-feira 12 de dezembro de 2014 em Blumenau a ex-colunista social do Jornal de Santa Catarina Neusa Manzke Hoemke. Neusinha, como era conhecida pelos amigos, passou por um transplante de fígado no Hospital Santa Isabel na terça-feira, mas não resistiu devido a complicações pós-transplante e morreu aos 65 anos.
O velório ocorreu na capela Jardim da Saudade e às 16h teve uma cerimônia de cremação fechada para familiares no Crematório de Blumenau.
Neusa dedicou 26 anos às páginas do Jornal de Santa Catarina na coluna que levava o nome dela. Acompanhou os principais eventos sociais em Blumenau e região. A primeira coluna, Sociedade, foi publicada em 4 de março de 1986 e a última na edição de 3 de abril de 2012.


Com o marido, já falecido, Valdir Hoemke, criou a Noite de Gala Catarinanse, na qual reuniu e homenageou celebridades e autoridades em Blumenau. Neusa deixa o filho, Juliano Manzke, e a filha, Melissa Manzke Hoemke.
Carmem Nasser conheceu Neusa na década de 1970, quando ambas faziam parte do grupo de bolão do Tabajara Tênis Clube. Depois Neusa se mudou para Joinville, onde morou por alguns anos, até que retornou a Blumenau. Aqui assumiu a coluna social do Santa e, como era recém-chegada à cidade, sempre consultava Carmem atrás de informações sobre o que estava acontecendo.
- Ela teve uma vida social intensa. Era alegra, divertida, gostava de cantar e dançar, a gente ria muito com ela - lembra.
Era comum também Carmem receber pedidos de Neusa para que lhe fizesse brigadeirão, um doce de que tanto gostava.
- A gente punha fé nesse transplante, mas às vezes ele não responde como o esperado - conta Carmem.
Odinéia Marchetti destaca a dedicação de Neusa ao trabalho. Afirma que no auge da carreira tudo o que a amiga escrevia em sua coluna no Santa se tornava assunto de conversas nas ruas, entre pessoas de todas as classes. Ambas atuaram na Rede Feminina de Combate ao Câncer, e inúmeras vezes Neusa usou seu espaço no jornal para dar visibilidade às ações da entidade:
- Neusinha era verdadeira e segura. Tinha respeito, inclusive abria mão do lazer para fazer um trabalho feito. Ela foi uma amiga especial.
Primeira coluna Sociedade, publicada em 4 de março de 1986.

Calil Simão 
Calil Simão, dos colunistas sociais contemporâneos de DA, talvez tenha sido o que andou mais próximo das pisadas de Dino. Mas sempre ficou atrás do moço de “um passarinho me contou”, até porque não tinha o magnetismo de DA, sendo dono, ao contrário, de alentado carnê de inimigos e adversários que parecia cultivar com redobradas atenções diárias.
Tudo isso limitou os horizontes de veículos de Calil, que sempre teve jornais da chamada segunda linha em seu currículo. Quer dizer: os jornais até poderiam crescer por ter Calil em suas páginas. Um dos últimos foi o Diário Popular, do “patrício” – também filho de libaneses – Abdo Aref Koudri, notório alter-ego de Francisco Cunha Pereira, em lugar de quem dava recados e advertências ao mundo político que o contrariava, ou era empecilho a seus projetos de mídia. Jogavam juntos, e nem Calil tinha também algum papel como “mensageiro”.
Filho de libaneses cristãos, Calil assumia ares não muito raros entre imigrantes que “fizeram a América”: anunciava-se como legatário de importantes ancestrais nas vidas social e política de Beirute. Um seu avô, proclamava, teria sido prefeito de Beirute.
Calil não passou por universidade. Tinha só formação em técnico em contabilidade, mas bom nível cultura, manejando bem o português.
Arranhava um pouco do francês, talvez por influência da terra de seus pais, onde a língua de Molière implantou por lá um bom pedaço da ocidentalização do país.


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